Uma dama recomenda… Site

•Março 3, 2009 • 16 Comentários

Achei hoje pelo Google o site Papo de Bêbado.

Não conhecia o site e nunca tinha ouvido falar, embora ache que deva ser bem conhecido. O post que eu me encantou e cativou foi o “Bebendo sem pré-conceitos. Yes, we can!”, de 28 de janeiro deste ano, do Lud Gelbinsk que escreve de um jeito gostoso, com humor de tio/avô/padrinho sentado no boteco do bairro num domingo ensolarado, descendo uma gelada. É quase um manual prático de Como Apreciar (qualquer) Cerveja.

 Na apresentação li que ele tem mais de 50 anos e já bebeu mais de 2.500 cervejas. Depois disso, se ele entende ou não, se nossa opinião bate ou não, não faz diferença, ganhou meu respeito porque conheceu e compartilhou. Pra fechar esse post vou colar um trecho que encerra o post dele, em respeito à cerveja:

“[...] Curto a cerveja como bebida gregária que é, que aproxima, traz paz, boa convivência.  Por consideração a um amigo, bebo até o que não gosto.  Em contrapartida, em mesa que tem bundão não bebo nem de graça, em consideração à cerveja. Bebo cerveja com quem pratica a alegria  a descontração e não esporro e algazarra.  Creio piamente que cerveja é coisa séria. [...] “

Boteco pede… Dominó

•Fevereiro 25, 2009 • 5 Comentários

Dominó de cerveja, achado no Brejas.

A tal da crise

•Fevereiro 25, 2009 • 5 Comentários

Um assunto do qual eu tento fugir de tanto presenciar o tempo todo nos últimos meses é a tal da crise.

Aqui no Boteco começou de um jeito bem inesperado… estava comprando o presente de aniversário do Jack num site gringo quando da noite pro dia o dólar, que estava a grande maravilha do consumo começou a subir vertiginosamente. Eu, que nunca fui muito ligada em variações da bolsa e cotações de moedas estrangeiras levei um susto, mas poderia ser apenas uma especulação e o presente estaria à salvo, faltava um tempinho ainda até a data certa.

O dólar não baixou mais. O pedido foi cancelado. Jack teve que se contentar com meu plano B, dado às pressas sem a glória que seria o presente original.

Pouco a pouco nossos pequenos deleites foram se tornando mais difíceis de encaixar no orçamento até se tornarem praticamente escassos. Minhas maquiagens, meus sapatos, meu cabelo e as diversas vaidades que eu aprendi a ter e gostar já não podiam mais ser colocadas na listinha d”O que fazer com o meu salário” em primeiro plano.

As cervejas que apreciamos, tanto brasileiras quanto importadas raramente apareciam nas prateleiras dos supermercados e quando isso acontecia, o valor era alto demais, afinal, onde já se viu pagar R$ 10,00 numa lager no Carrefour? Não teve mais FrangÓ nem Anhanguera (salvo em uma deliciosa exceção). As noites urbanas que há tanto nos chateava (de serem chatas mesmo) ganharam o motivo que faltava para sumirem de vez das nossas opções de diversão.

Ainda assim conseguimos encontrar uma parte boa nisso tudo: damos mais valor ao nosso dinheiro. Sabemos o quanto podemos gastar e se realmente o produto ou serviço vale o que é cobrado. Pode parecer totalmente sem noção pensar assim, mas para nós, sem noção é não achar um absurdo pagar R$ 5,00 em uma lata ou long neck de Skol, Itaipava, Brahma, Sol, Miller em um lugar onde já se está pagando taxa de serviço e/ou entrada.

Claro que o aprendizado é prêmio de consolação, queríamos mesmo é ter passado o carnaval todo enchendo a cara de cervejas deliciosas nos nossos bares preferidos… Crise? Eu tenho de nervos, toda vez que lembro que existem delícias fermentadas me aguardando em algum lugar do mundo!

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- Crise? Vocês ainda não viram nada, queridinhos!

Oh, come on little stranger

•Fevereiro 16, 2009 • 3 Comentários

Sábado ouvi um fucksetlist que me levou dalí direto para 2006. Só músicas que eu adoro e já fazia tempo que não ouvia, mas que já ouvi muitíssimo. A maioria Portishead e Nouvelle Vague, duas bandas que eu adoro!

Destaque para as músicas do Nouvelle Vague eram do álbum “Bande à Part”, só com covers de clássicos post punk e new wave, que eu já gostava um monte. As cantoras têm uma voz sussurrada deliciosa!

Gosto desse disco todo, de frente pra trás, e ao contrário também, mas minha música preferida é a única que eu não conhecia a versão original e que tem a letra mais digna de uma fuckmusic: Dance with me.

A versão, com Nouvelle Vague:

 

O original, com The Lords Of The New Church:

Saudade

•Fevereiro 2, 2009 • 4 Comentários

Faz um certo tempo que eu não faço nenhuma gracinha com garotas, o máximo que fiz foi pegar nos peitos (epifânicos, como diria a Lu.) de uma amiga do Jack no reveillon, mas foi sem maldade (da parte dela. talvez, não.). Mas a história foi que não passou de duas apalpadinhas frontais.

Acho que pela falta disso, sinto cada dia mais vontade de flertar/beijar/trepar com uma garota. Dias atrás estávamos tomando um sol e eu não conseguia deixar de apreciar as moçoilas que desfilavam para lá e para cá em seus trajes diminutos. Ficamos um bom tempo elogiando peitos, bundas, cinturas, peles e cabelos. E não falamos só das meninas da minha idade. Uma senhora casada, lá pelos seus 40 anos, com filhos, exibia um corpo de dar inveja a muita garotinha por aí, alem de ter um “ar de quem trepa bem”, como disse o Jack.

O bacana disso foi ver como tem mulher bonita, e que variedade é tudo de bom! Eu sempre preferi magrinhas, mas vi umas peitudas de quadril largo que me tiraram o ar, umas loiras fantásticas,  por mais que adore morenas.

Além das curvas, pensando onde ir e o que fazer pra tirar o banzo.

As preferidas

•Janeiro 27, 2009 • 5 Comentários

Do Jack:

210

14

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Minhas:

281

123

untitled

 

Não lembro as fontes, então nem vou citar, mas cá estão! Nossas fotos preferidas no nosso arsenal de putarias!

=)

Arsenal

•Janeiro 23, 2009 • 8 Comentários

Ontem abri o blog enquanto bebia com o Jack – cervejas deliciosas que entram num próximo post – mas aí vi que tinha comentários do L. e da Lu, respondi e acabei desencanando de postar sobre as cervejas por motivo de força maior.

Enquanto bebíamos o Jack me mostrava um dos arsenais de fotos de garotas que ele tem no computador. Eu já estou bem acostumada com os e-mails que lotam a caixa do Jack todos os dias, mas a maioria das coisas é mais bizarrice ou mais-do-mesmo que os amigos mandam, mas as fotos que eu vi ontem, MEUDEUSDOCÉU!!!

Fiquei muitíssimo impressionada. O Jack tem as fotos que eu teria, que eu gostaria de fazer, das meninas que eu gostaria de comer. Senti orgulhinho do meu homem, porque vou contar, viu, acho bem broxante os caras que tem fotos de loiras siliconadas nas mesmas poses com as mesmas lingeries feias que circulam aos terabytes pelas caixas de mensagem no mundo todo. Totalmente sem graça e sem personalidade.

Assim que ele aparecer online eu posto a foto preferida dele.

Pra refrescar o verão e não pesar no bolso

•Janeiro 9, 2009 • 11 Comentários

Nessas férias, durante a viagem e as festas, Jack e eu chegamos a algumas concusões sobre cerveja para o calor, porque assim, Hoegaarden é deliciosa, refrescante e a melhor opção para um dia com sensação térmica na casa dos 30°C, mas nem todo mundo tem grana pra bancar uma festa ou viagem refrescada à base dessa delícia. Então nós escolhemos cervejas gostosas que não pesam no orçamento (R$ 2,00) e são fáceis de serem encontradas, perfeitas para o verão.

Como temos preferência por cervejas mais amargas, mesmo no calor, pode ser que algumas pessoas não se identifiquem com nossas escolhas.

Praia

Pra onde a gente foi, em qualquer quiosque de praia, que não eram muitos, não se encontrava uma cerveja por menos de R$ 3,00 a latinha, e as opções eram Skol ou Itaipava, Brahma muito raramente. Em lugares mais distantes a lata chegava a custar R$ 5,00. NOT!

Por prezar por minha dignidade eu não tomo Skol. Não é frescura, não, juro que se estiver numa festa e só tiver Skol e o calor for terrível eu tomo uma latinha, mas a capacidade de me causar desidratação dessa cerveja é assustadora. Depois da segunda lata eu não saio mais do banheiro, a quantidade de urina eliminada é totalmente discrepante da quantidade de uri… cerveja ingerida. Por mais que não seja uma cerveja forte, se eu tomo várias numa noite a ressaca no dia seguinte, causada pela desidratação é péssima. E na praia a última coisa que uma pessoa quer é ficar indo ao banheiro. Ainda mais quando não está com vontade de ficar no mar.
Itaipava é a cerveja que sempre tem em festas de família, churrascão e tal, eu não torço o nariz. Não é uma cerveja gostosa mas não me causa males intensos. É levinha, refresca, mas não é saborosa. Acaba ocupando o patamar de refrigerante, porque o teor alcoólico também não é nada devastador. Bebo, mas não me comove.
A Brahma sempre foi minha cerveja preferida em tempos de boteco da faculdade. Porque Original e Bohemia (as populares tidas como melhores) eram coisa de tiozão e eu nunca tinha dinheiro pra nada. Como Skol estava descartada, ia Brahma às garrafadas. Eu ficava bêbada e adorava, mas depois que você toma uma cerveja digna, Brahma é o fogo do inferno. Hoje em dia em rodas de boteco normal com o pessoal, entre as três eu peço Brahma. Meu problema com ela é o sabor. Tem um não sei o que nessa cerveja que me “empapuça” depois do terceiro copo. Não dá mais vontade de beber, dá aquele enjoô semelhante ao de quando se toma dipirona. O sabor estranho não desgruda e a língua fica seca. Como eu gosto de estar bebendo, tanto quanto gosto dos efeitos do álcool, acamo ficando frustrada.

Nossa idéia foi passar em um mercado e abastecer nossas fofas e delicadas bolsinhas térmicas com long necks de Kaiser Gold e Heineken. Só da cerveja vir em garrafa já ganha pontos comigo, não gosto muito de latas não.
Para o calor da praia e o refrescor necessário, preferimos a Heineken, que além de ter um amargor gostoso, é levinha e tem uma garrafa que combina com o mar! Uma cerveja que eu adoro e também poderia cair bem é a Stella Atois (coincidência!? rs), mas que foi descartada pelo preço.

Festa

Natal, Reveillon, Happy Hour, amigo-secreto de empresa, reunião de amigos no final de ano sempre tem cerveja e pela quantidade de pessoas envolvidas até dá pra ser extravagante na escolha mas para grupos acima de seis pessoas, que bebem bastante como nós, o ideal são as mais baratinhas.
Quando a festa é em casa, a gente compra (ou leva quando é convidado) long necks de Kaiser Gold ou Brahma Extra. Ou ainda latas de Bavaria Premium, que não acho tão gostosa quanto à primeira mas é uma boa opção barata. O bacana dessas cervejas é que acompanham uma refeição numa boa, não chegam a harmonizar mas não estufam e nem lavam o sabor da comida.

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Nunca provei Dos Equis, mas adoro essa foto!

Retorno

•Dezembro 29, 2008 • Deixe um comentário

Confesso que não senti lá muita saudade de computador, internet e nem muito do blog. Curti nas últimas semanas as melhores férias da minha vida adulta, os melhores presentes de aniversário, cercada de pessoas maravilhosas e paisagens fantásticas, o lugar mais bonito que eu já tive a oportunidade de conhecer. Um espacinho muito lindo e querido nesse país que eu desejo muito que se conserve para que muitas pessoas que eu amo e amarei possam conhecer.

E claro! Brindei com cervejas deliciosas todos esses momentos…

Nesse meio tempo também tive a oportundade de conhecer otimos lugares para beber ótimas cervejas, mas isso virá em um próximo post. Por enquanto curto o bronzeadinho que eu consegui com roupas fresquinhas e cervejas gostosas e fresquinhas,de volta à selva de pedra…

Bday List

•Dezembro 2, 2008 • 4 Comentários

Semana que vem é meu aniversário.

Fazer aniversário em dezembro é uma angústia! Nunca consigo fazer festa ou sair com todas as pessoas que eu queria. E eu gosto de programar coisas, organizar festinhas, cozinhar e escolher bebidas gostosas, mas nunca consigo.

Pra fugir do trauma, esse ano vou viajar e estou fazendo lista de compras de cervejas bacanas para levar. Assim que estiver pronta eu posto aqui.