Coisas de um fim de semana ocioso

Há alguns meses que fico com o Jack e nos nossos amassos e transas nunca disponibilizamos muito tempo e nem dedicação à masturbação. Brincávamos um pouco e sempre nos acariciávamos, mas nunca passávamos muito tempo nisso. Nunca senti e nem achei que isso fosse um problema, na verdade eu nem pensava a respeito como uma pendência, “algo a ser feito”.
Já há três finais de semana que durante uma tarde ociosa de sábado, domingo ou feriado, nós deitamos juntinhos na cama dele e nos masturbamos.
Nunca foi combinado, mas acontece com num “ritual”: naquele horário que varia entre depois do almoço e a cerveja do finzinho da tarde, após um banho fresquinho e durante um filme com sorvete ele começa a dar beijos curtos nos meus braços, cabelos, rosto, boca, a acariciar minhas pernas e barriga, subindo até os seios. Me olhando, sempre… acompanhando meus movimentos, minhas caras e bocas, como se quisesse ver quando, onde e como me faz sentir prazer.
Nesse ponto já estamos ofegantes e eu já estou com a mão sobre o volume gostoso formado na bermuda dele. Eu tiro o sutiã e os beijos ficam mais longos e molhados, na boca, nas pernas, nos seios, na orelha… os lábios e as línguas percorrendo cegamente sobre nossos corpos e descobrindo nossos prazeres.
Abro a bermuda e desço pra sentir o gosto dele e enquanto ele me olha, acaricia minha nuca e erque meus cabelos que caem e atrapalham a visão, ofegante, entre um gemido abafado e outro.
Volto pra o lado dele e ergo minha saia enquanto suas mãos impacientes entram na minha calcinha e começam a me esfregar antes que eu a afaste para as minhas coxas. Enquanto me esfrega eu tremo e perco o controle sobre a minha respiração e movimentos no meu corpo, tateando-o, tentando segurá-lo e apertá-lo, senti-lo quente, pulsando forte.
Gozo.. uma, duas, três… ainda não consegui contar ao certo, porque eu mesma me confundo entre um orgasmo e outro. Enquanto me esfrega ele me beija, me lambe, me cheira, me assopra e sussurra.
Eu gozo e ele continua, e quando exausta e sem fôlego eu peço pra parar ele continua me esfregando e me diz pra eu gozar só mais uma vez, pra ele. E eu gozo… Então ele me segura deitada sobre o peito dele enquanto eu continuo a tremer.
Ao recuperar o fôlego um pouco, volto a descer. Aperto, esfrego, chupo, beijo enquanto ele bate, na minha boca. Quando ele está prestes a gozar eu tento colocá-lo todo dentro da minha boca, o máximo que consigo. Ele goza fundo, lá dentro, abafando o gemido, ofegante enquanto eu engulo o gozo dele.

~ por Stella em Novembro 7, 2007.

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