Sobre o preciosismo com o cu
Semana passada, no boteco da Augusta, falávamos sobre sexo quando uma das presentes contou a história de uma amiga, que se envolveu em um ménage masculino: “Transei com os dois caras, fiz boquete em um enquanto o outro me comia de quatro. Mas ó… fiz sexo com os dois ao mesmo tempo, mas não dei o cu.”, reproduziu minha amiga, com todas as caras e bocas possíveis. Uma atriz!
A primeira impressão foi divertida, rimos e adotamos como frase da noite. Tudo que era considerado vergonhoso ou culpável durante a conversa era emendado com um “Fiz isso… mas não dei o cu.”.
Apesar das risadas, eu sempre caio na tentação de analisar as coisas posteriormente e fiquei assombrada com o discurso.
Lembrei de uma outra amiga, que inclusive já fiquei, que certa vez me disse que só daria o cu quando casasse, para seu marido. No entanto essa garota sai pra balada sem calcinha, nunca é fiel em namoro, se envolve com pessoas casadas, beija mesmo e muito!… não colocando essas questões como acusações ou pontos negativos, de forma nenhuma, cito apenas para apresentar o conflito.
Quem sou eu para julgar a vida sexual dos outros? Cada um faça o que quiser com o que tiver, mas esse preciosismo com o sexo anal pra mim faz tanto sentido quanto somente praticar sexo anal/oral com o intuito de preservar a “virgindade”.
Entendo que há quem não curta, mas realmente não entendo quando alguém quer ou cogita a hipótese e se priva da realização. Entendo menos ainda o “dar o cu” como prova de amor. Mas há quem entende… fazer o quê?

é a hipocrisia do cú.
lol
concordo plenamente….pra q ficar regulando a bunda? q coisa….dá logo, gosta, goza tb e pronto pô ! rss
bjs
Rê
Poizeh… e se não vai dar, não faz charme também que é maldade! rsrsrs
*preparando post novo a respeito
bjs