Uma dama… na casa de swing

Como prometido, aqui estou eu para relatar o boteco de sábado na casa de swing. Tudo que está escrito aqui se baseia nas minhas expectativas e constatações, e por mais que as informações aqui prestadas sejam contrárias aos outros blogs meu objetivo em nenhum momento é atingir qualquer pessoa, grupo, instituição, empresa, organização. Afinal, isto é apenas um blog e esta é apenas minha opinião.

Em um próximo post faço um tira-teima de pontos positivos e negativos. 

Após muitas pesquisas e indicações de amigos e blogs decidimos ir ao Enigma Club. Foi rápido e fácil chegar lá, fica localizado numa rua residencial discreta com alguns bares bacaninhas próximos muito convidativos (e provavelmente caros). Até cogitamos a hipótese de passar em um deles antes, mas por a rua já estava tomada por carros, concluímos que o lugar já estava cheio e resolvemos ir direto.

Foi um parto conseguir estacionar. O único estacionamento da rua (e dos quarteirões próximos!), que fica ao lado do Enigma, estava lotado e os manobristas da casa já estacionavam os carros em fila dupla ao longo do quarteirão. Após várias voltas pelos quarteirões próximos, conseguimos uma vaga na esquina com a rua Moaci, bem próxima ao local.

Chegamos por volta de 23h e na entrada não havia fila e não foi solicitado nenhum documento de identificação, o segurança apenas perguntou o nome do casal, anotou na comanda e nos entregou. Passamos por um hall de onde já se via o interior para a revista e já fomos informados que a casa estava cheia e não havia mais mesas disponíveis.

 Não esperávamos tantas pessoas aquele horário e estava realmente cheio, mal conseguíamos andar. O local é pequeno e a pista era separada da entrada apenas por um corredor com mesinhas e banquetas, que dá acesso ao bar. Havia muitos garçons e não foi difícil conseguir pedir nossas bebidas no balcão, duas cervejas Brahma (R$ 8,00 – lata) e uma dose de Jack Daniel’s (R$ 22,00).

Um telão exibia vídeos, que deduzi serem clipes de música pop, mas não reconheci os artistas (ignoro muito do “pop-sensual” atual), o DJ mandava uns sons eletrônicos atuais, dessas coletâneas do Caldeirão do Huck ou do Super Pop e muita gente já se acabava dançando. O DJ era bom e sabia fazer viradas bacanas, mas minhas preferências musicais me impediram de curtir a ponto de ir pra pista.

Um pouco depois fomos conhecer a àrea restrita e ainda estava vazia, voltamos para o bar, bebemos mais um pouco (caipiroska, R$ 17,00) e um tempo depois voltamos. Demos algumas voltas na área das cabines, xeretamos algumas, entramos no labirinto e nas salas. Em apenas uma sala rolava putaria. Uma mulher sentada numa cadeira erótica e vários homens se masturbando ao redor enquanto um metia nela. Tentei bisbilhotar, mas ao me aproximar do grupo um cara subiu a mão pela minha coxa abruptamente, eu não me senti confortável e pedi pra sairmos dali.

Subimos na área reservada para casais, que tinha as poucas cabines ocupadas fechadas e algumas pessoas sentadas no lounge conversando.  Descemos e finalmente após andanças e xeretices, decidimos entrar em uma das cabines de toque.

A principio foi meio incômodo fazer boquete com uma mão perdida ora acertando sua orelha, ora seu braço e procurando partes mais interessantes do seu corpo. E também pela freqüência, algumas pessoas apenas colocavam a mão, tateavam rapidamente, sem chegar a tocar agradavelmente e logo saíam. Incomodado, presumo eu, Jack colocou o pau perto de uma das entradas e direcionava as mãos curiosas pra tocá-lo, que por sua vez eram retiradas bruscamente quando o sentiam. Não só homens, algumas mulheres também se assustavam e tiravam a mão.

 

Até que uma mulher apareceu e não se assustou, pelo contrário, bateu uma pro Jack enquanto ele me beijava. Ela saiu por um tempo e logo depois apareceu com uma amiga e um homem e enquanto as duas revezavam em bater punheta pro Jack o homem passava e mão em mim até chegar na minha xota. Eu, desconfortável me virei, tirando a mão dele dali, coloquei a mão pra fora e ensaiei uma punheta pro cara, mas logo outras mãos foram entrando até eu perceber que só em mim tinham três diferentes e desencanar da pegação. Foi o único momento na noite que encaramos a possibilidade de trocar de casal, porque o público era bem incompatível às nossas preferências.

 

Depois que saímos, demos mais algumas voltas e na ala escura que fica entre as cabines dois homens fodiam uma mulher enquanto outros se masturbavam ao redor. Esta ala estava bem cheia, as cabines também, em uma delas rolavam o único menage feminino que vimos durante toda a noite. O labirinto estava lotado e impossível de ser atravessado e em um dos “boxes” duas mulheres se agarravam enquanto eram fodidas.

 

Já rolava muita sacanagem e o barulho de gritos, tapas e gemidos era bem alto. Os corredores estavam lotados e o assédio masculino tornou-se irritante e cansativo, havia muitos homens desacompanhados, muito afoitos mal-educados, embora muitos seguranças estivessem por perto.

Sem encontrar nenhuma cabine, sentamos em frente à escada que dá acesso à area reservada aos casais e observamos o movimento. Muitos casais subiam e desciam e os conhecidos se cumprimentavam. Foi o lugar que mais vimos casais aparentemente “de verdade”. Também muitos quarentões e muitas loiras.

Já estávamos cansados e resolvemos subir. Fomos para uma das cabines privativas e trepamos algumas vezes lá. A conversa no lounge que estava animada um tanto “non-sense” logo se transformou em gritos, gemidos, com destaque pra alguns “Gostoso!” e “Cachorro!”, emitidos à la Brasileirinhas por uma mulher mais exaltada. Um casal tentando abrir nossa cabine quase arrombou a porta até perceber que estava trancada.

 

Depois disso resolvemos ir embora. A pista ainda bombava. Não havia filas para sair e nossa conta deu R$ 156,00 e o carro estava em perfeito estado, com direito a flanelinha tomando conta.

~ por Stella em Março 3, 2008.

5 Respostas to “Uma dama… na casa de swing”

  1. o wordpress deu algum pau e a formatação do post ficou estranha

  2. Muitos rlatos semelhants a esse tenho lido, parece senso comum ue em ambientes assim há pouco mais do que desejos de cópula, tenho estudado estes lugares e ainda busco por um ambiente de menage ou até mesmo swinger onde o prazer seja reverenciado como um culto, onde o gozo seja Supremo

  3. Sou praticante de menage, saio com casais a 2 anos, mas nao dispenso o carinho e o conforto de um bom jantar a 3, um bom papo.

  4. Isto tudo é só para casais resolvidos certo? Quem sabe queiram saber mais sobre a minha historia em http://nblovers.blogspot.com/

  5. Já fomos no enigma umas 3 vezes, levei minha esposa em uma das cabines de toque e ela se assuatou com as mãos tentando alcançá-la, ficamos em um canto em que as mãos não conseguiam alcança-la, e ficamos nos beijando, devagar retirei o vestidinho dela, e ela não foi de calçinha, ela ficou só de salto, e fui aos pouquinhos sem ela perceber levando-a ao encontro das maõs, quando ela sentiu as mãos passando nela, ela começou a respirar mais forte, passar a mão em todo o corpo dela, eu deixei ela encostada nos burados e fui me sentar e bater uma punheta, e os homens enfiaram os dedos na bucetinha e cuzinho dela, pegaram em seus seios e ela gozou deliciosamente, foi ótimo ter ido lá !!

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